Muitos pacientes não apresentam sintomas e em exames de rotina são encontradas alterações que levam ao diagnóstico.
Nos casos em que existem sintomas, eles são muito variados:
• Nódulo no pescoço;
• Dificuldades para falar ou de engolir alimentos;
• Fraqueza muscular;
• Hipercalcemia – aumento repentino do nível de cálcio no sangue;
• Fadiga ou sonolência
• Urinar mais do que o normal, causando desidratação;
• Pedras nos rins ou lesões ósseas;
Esses sintomas nem sempre estão relacionados ao câncer, pois alguns deles são comuns também em doenças benignas como hipo ou hiperparatireoidismo. A consulta com um médico especialista (endocrinologista ou cirurgião de cabeça e pescoço) ajudará a obter uma avaliação mais precisa.
O diagnóstico pode ser feito por exames de rotina em pacientes assintomático. Quando sintomático, o paciente apresenta sinais de hipercalcemia (aumento do cálcio no sangue) e tem início o processo de investigação por meio da realização de exames de sangue, raios-X, cintilografia e tomografia computadorizada, mas a confirmação do diagnóstico só acontece após o procedimento cirúrgico com a análise microscópica da amostra de tecido.
Ao perceber alguns dos sintomas, é importante procurar um otorrinolaringologista ou um especialista em cirurgia de cabeça e pescoço.
Após o diagnóstico realizado pelo especialista, o nódulo ou tumor será classificado de acordo com o estágio em que está, ou seja, seu estadiamento. Isso ajudará a definir a escolha do tratamento adequado para cada caso.
O câncer de paratireoide é classificado pelo “sistema TNM”, no qual o T significa um tumor na região do órgão; N descreve que o câncer cresceu para os gânglios linfáticos; e M representa metástase, ou seja, a doença se alastrou para órgãos mais distantes.
Essa letra é acompanhada de um número, de 0 a 4. Quanto maior o número, mais o câncer cresceu ou se espalhou para outros órgãos.
CIRURGIA: é o procedimento indicado no tratamento para de adenoma e câncer de paratireoide, diferindo apenas na extensão do procedimento.
A Paratireoidectomia remove a glândula e, se necessário, os tecidos vizinhos afetados para evitar a progressão (nos casos de câncer).
QUIMIOTERAPIA ou RADIOTERAPIA: podem ser opções complementares em casos de doença avançada.
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Dr. Marcelo Emir Requia Abreu
CRM-RS 38.830 / CRO-RS 14.552